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Um dos maiores da F1 e grande homem, Lauda foi figura importante até o último dos seus dias, diz Flavio Gomes

Publicado em 21/05/2019 por Rafael Gaspar

Flavio Gomes fala sobre a trajetória de Niki Lauda, um dos maiores nomes da história da Fórmula 1, morto na última segunda-feira, aos 70 anos. O jornalista relembrou a carreira de sucesso nas pistas e como o austríaco seguiu sendo relevante mesmo depois de ter encerrado sua passagem como piloto ao se tornar um dos pilares da Mercedes, que hoje domina o esporte

Niki Lauda se foi como um dos maiores nomes que a F1 já viu como piloto e também como personagem. Flavio Gomes analisa a trajetória do tricampeão mundial, que morreu aos 70 anos na noite da última segunda-feira (20). O jornalista lembra os grandes feitos da sua carreira nas pistas, com os títulos de 1975, 1977 e 1984, além de ter sido um dos pilares do sucesso da Mercedes nos últimos anos. 
 
Gomes lembra que Lauda, apesar de ter sobrevivido a um terrível acidente em Nürburgring-Nordschleife, em 1976, e ter voltado a competir apenas seis semanas depois, jamais aceitou o rótulo de herói e tinha uma visão muito particular e peculiar de mundo e da vida como um todo. 
 
Flavio recorda que a grande tristeza da vida de Lauda não foi relacionado ao automobilismo, mas sim à sua empresa aérea, a Lauda Air. Em 1991, 223 pessoas morreram após a queda de um avião da companhia na Tailândia. O austríaco se envolveu pessoalmente nas investigações e concluiu a causa do acidente, sendo esta oficializada meses depois.
 
Lauda se vai como um grande cara, um grande personagem, deixa “um vazio muito grande e merece todas as homenagens e reverências”, completa Gomes.

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